Placar Oi 2021: resultado constrangedor aos trabalhadores

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A Oi apresentou um resultado patético digno de repúdio: 0,14 salário. O fato ocorreu na reunião do Placar 2021, na última terça-feira, 19/04.

A FENATTEL lamenta o resultado frustrante, diante do porte da empresa Oi, pois, a expectativa dos trabalhadores era de receber um bom valor, como nos anos anteriores. Até porque, a categoria tem se esforçado muito neste momento difícil pela qual a Oi está passando e, nada mais justo, do que um reconhecimento digno do trabalho realizado pelos trabalhadores.
Um verdadeiro balde de água fria para a Federação, Sindicatos e, principalmente, para o trabalhador que está na linha de frente da Operadora.
Diante deste cenário, a empresa apresentou aos representantes da FENATTEL o resultado do Placar 2022, propondo a antecipação de 0,86 (do Placar 2022) a serem pagos junto ao resultado do Placar 2021, em 13 de maio.
PLACAR OI 2021 – Referente salário dezembro 2021
Prêmio Final 0,14 salário – Pagamento OI 13/05
Pagamento V.TAL  -29/04
PLACAR OI 2022 – Referente salário maio 2022 (reajustado em 8%, conforme ACT)
Prêmio Final 0,86 salário – Antecipação pagamento 13/05
Trabalhadores ativos 2021 pagamento em 13/05
Trabalhadores desligados 2021 pagamento em 13/05
Fonte: Sintetel

Centrais Sindicais promovem lançamento do 1º de Maio Unificado 2022

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Nesta terça-feira (19), na Praça Ramos, em frente ao Teatro Municipal, a partir das 10 horas, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e as demais centrais sindicais farão o lançamento do 1º de Maio Unificado 2022.

O evento, que acontecerá na Praça Charles Miller, no Pacaembu, e terá como atrações Daniela Mercury, Dexter, Leci Brandão, DJ KL Jay, Dexter e Francisco, El Hombre entre outros artistas.
“Sempre batemos na tecla de que o Dia do Trabalhador é um momento de festa e de reflexão, sobre tudo o que conquistamos, mas este ano a data é emblemática, pois como estamos vivenciando um governo com viés autoritário, além de debater os direitos trabalhistas, o 1º de Maio Unitário 2022 será um ato em defesa da democracia do nosso país”, disse Ricardo Patah, presidente nacional da UGT.

Trabalhadores do SINTETEL conquistam reajuste 10,60%

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Os funcionários do Sindicato, reunidos em assembleia, aprovaram por unanimidade a proposta negociada com a entidade para o Acordo Coletivo 2021/2022. A assembleia ocorreu nesta sexta-feira, 08/04.

A proposta aprovada zerou a inflação do período e consiste no reajuste de 10,60% sobre salários e benefícios retroativos a 1º de fevereiro, data-base da categoria.
Também foi negociado pela comissão de negociação dos funcionários junto ao SINTETEL, a implantação, em até 60 dias, do Plano de Cargos e Salários.
A direção do Sindicato está atenta a atual situação do país e luta de forma igualitária tanto pela categoria quanto pelos seus funcionários.

SINTETEL marca presença na CONCLAT 2022

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Com voz e gestos de unicidade, assim as centrais sindicais iniciaram a CONCLAT 2022. A Conferência Nacional da Classe Trabalhadora aconteceu, na manhã desta quinta-feira (7), na capital paulista.

Este grande encontro foi organizado pelas centrais sindicais CUT, Força, UGT, CBT, NCST, CSB, Intersindical Instrumento de Luta, Intersindical Central da Classe Trabalhadora e Pública.
O objetivo foi apresentar a Pauta da Classe Trabalhadora, elaborada a partir dos documentos dos congressos das centrais, e, em seguida, levá-la aos candidatos (as) às eleições deste ano. Os temas que compõem a pauta das centrais estão traduzidos no lema: Emprego, Direitos, Democracia, Educação e Vida.
O “FORA Bolsonaro” também ecoou as falas dos sindicalistas presentes, mas foi a urgência na retomada econômica e politicas públicas necessárias que alavanquem a geração de emprego e renda que nortearam a conferência.  Afinal, são 28 milhões de brasileiros desempregados, desalentados ou que vivem de bico. Um em cada quatro cidadão.
O tema da carestia e o desemprego foram abordados por praticamente todos os oradores durante a conferência. Vale lembrar que 40,2 milhões de trabalhadores ocupados (42,5%) não tem carteira assinada. E foi de 9,7% a queda na renda média do brasileiro no último ano.
Um mundo do trabalho livre de violência e assédio, como consta na Convenção 190 da OIT, foi uma das questões levantadas pela representante do SINTETEL, a diretora Maria Edna Medeiros. “Somos capazes de vencer a desigualdade, assim como, a violência e o assédio.
A resistência dos trabalhadores às agressões sofridas é do tamanho do empenho em tirar o Brasil da crise em que está. Superar todas as formas de desigualdade é nosso objetivo”.
Além da Convenção 190, Maria Edna abordou também as Convenções 100 e 183 da OIT. “Nós temos que promover o princípio do salário igual, trabalho igual. Combater a alta rotatividade de trabalho, instituir a licença parental para progenitores e adotantes de forma compartilhada, além de assegurar creches e escolas públicas de qualidade”, concluiu.
Convenção 190 – da OIT – reconhece o direito de todas as pessoas a um mundo de trabalho livre de violência, incluindo violência de gênero, e assédio.
Além de Maria Edna Medeiros, também marcaram presença os dirigentes do SINTETEL Marcos Milanez, Aurea Barrence e Angélica Fortunato.
CLIQUE AQUI e conheça a Pauta da Classe Trabalhadora na íntegra.

SINTETEL intervém para ajudar os trabalhadores demitidos da Serede

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O SINTETEL agiu para ajudar os trabalhadores que foram ou serão desligados da Serede. As empresas Ability e Telemont  venceram a concorrência para prestar serviços de fibra ótica para a tomadora V.Tal.

Na terça-feira, 04/04, a Serede demonstrou solidariedade e cedeu seu espaço físico para que os dirigentes do Sindicato e os representantes do RH da Ability e da Telemont conversassem com os trabalhadores.
As duas empresas divulgaram seus e-mails e contatos para que os trabalhadores façam inscrição no processo seletivo com prioridade. Por sua vez, a Serede foi proativa e encaminhou ao SINTETEL a relação de todos os trabalhadores envolvidos no processo de mudança.
A direção do SINTETEL luta para que as empresas Ability e Telemont absorvam a mão-de-obra que pertencia à Serede, e assim evitando que o número de desempregados aumente ainda mais no Brasil que hoje, graças ao governo federal, chegam a aproximadamente 15 milhões. E um terço desses 15 milhões de trabalhadores, ou seja, 5 milhões de pessoas estão desempregadas há mais de dois anos.
Fonte: Sintetel